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Friday, October 05, 2007

Uma hora a vida te dá uma rasteira e ao invés de cair no chão, você o perde por completo. E comigo, claro, não podia ser diferente. Depois de dias ótimos e férias maravilhosas, eu voltei para casa e caiu uma bomba bem em cima do meu sossego. Aí nessas horas o mundo sempre vira de cabeça para baixo e até as coisas voltarem ao normal... Sempre demora um tempinho. O relógio está correndo e o ‘tempinho’ ainda não acabou. Mas eu tô seguindo. E a tendência é que cada dia seja melhor que o anterior – é pra ser assim, não é mesmo? Mas hoje é a primeira sexta-feira que eu fico em casa – não por vontade própria, mas por vontade da gripe – e eu vim dar as caras por aqui. Não tenho nada para falar, não. Minha vida está tranqüila – (quase) tudo que todo mundo quer: família, trabalho, amigos, baladas, sorrisos, livros e boas conversas. Eu, definitivamente, NÃO tenho(?) do que reclamar. (...) Cof cof.

E agora mesmo me ocorre que talvez o grande mal da humanidade seja não dar valor as coisas que tem, enquanto as tem. Deixam para chorar o leite derramado quando já não há nada para fazer. E eu conheço tanta gente assim... Você também deve conhecer. O mundo, a vida, as cidades estão cheias delas. Fazem a besteira e depois... Buááááááá! Sobra arrependimento. Eu não vou dizer que ‘eu acho é pouco!’ porque eu não acho. Cada um tem o que merece e para toda ação há uma reação. Daqui eu sigo mesmo é rezando para continuar assim do jeitinho que eu sou. Dando valor as coisas que eu tenho – antes de perdê-las. Para um dia não ter que chorar depois. Como esse povo todo tem feito.

PS: Calma, crianças! Não se assustem. Sou eu mesmo. Não é hacker, não é fantasma, é dona Lu em carne, osso (?) e coração. Voltei. (Mas até quando só Deus sabe!)

Batido por Lu às 8:15 PM



Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa.



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