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Saturday, May 31, 2008

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos



Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos


[Moska]
Batido por Lu às 8:40 AM


Monday, May 26, 2008



Tudo começa com uma ficada*.

Vocês ficam.
Ele gosta.
Ela gosta.

Dá saudade.
Mas ele não liga.

Ficam de novo.
Ela quer ligar. As amigas não deixam.

Ele fica com vontade de rever aquele menina com o olhar de princesinha.
Ela sente falta daquele sorriso misterioso.

Ele finalmente liga.
Ela sorri com o coração, mas se faz de dura.

Ele tenta esquecer.
Ela liga.
Ele não atende.

De repente, ele fica com ciúme ao saber que ela ficou com outro.

Ela liga.
Ele esquece da raiva e vai.

Ele passa a não ter mais vontade de ficar com outras garotas.

Ele liga pra ela.
Eles saem.

Quando menos percebem, estão se falando todos os dias.
Muitos programas nos fins de semana.
Ele liga.
Ela liga.

Ele fala baixinho quando percebe a voz dela.
Ela pede para fecharem a porta do quarto quando reconhece a voz dele do outro lado da linha.

Ele põe um apelido nela.
Ela o chama de 'meu amor'.

Ele vê que não consegue mais não sentir cócegas ao lembrar dela.
Ela não dorme enquanto ele não liga.

6 meses depois eles começam a namorar.



* Gente, esse texto eu recebi por e-mail há uns... cinco anos, creio eu. Não tenho nem idéia de quem é. Super fofinho. E deu vontade de postar hoje. =)
Batido por Lu às 4:03 PM



Hoje eu tô vontade de contar uma rápida história de ?amor?. Que não deu certo, claro. Caso contrário, eu não perderia meu tempo escrevendo, e agora mesmo estaria vivendo.

Sem que eu esperasse, sem que eu planejasse, sem que eu quisesse, eu me apaixonei. Apaixonei-me sem saída, com força, vontade e dor. Sim, porque se apaixonar é como se expor ao sol quente do verão: na hora parece uma delícia, mas não demora até o estrago na pele sem proteção se fazer notar.

Caí por um moço que fingia não perceber. E eu gostava dele um tanto tão grande que nem via mais nada, que nem via mais moço nenhum, que nem me via, a mim, tão ridícula e óbvia.

Bastaram poucos meses. Ele me deu alguns beijos e eu fiz planos em cima dos silêncios dele. Aí lascou!

...

Hoje a lembrança que tenho dessa história é estranha. Ele é quase como um personagem de comédia romântica para ser vista num fim de tarde. Mas ele não é um personagem. O moço existe e é bem real – com todas as idiossincrasias de um típico exemplar da raça masculina. De vez em quando ainda nos cruzamos, nos falamos, um cumprimento formal, de festa, e só. Ele diz que eu estou sumida e que está com saudade. Eu também. E não passa disso. É(?) melhor assim.

Seria estranho vê-lo por perto novamente. Como se pudéssemos ser amigos, passear com o cachorro no fim de tarde ou ir tomar sorvete descompromissadamente. Como se eu esquecesse a sensação que tive quando o olhei pela primeira vez. Falante, brincalhão, inteligente. Jeito de moço certinho com uma pitada de confusão. Encanto à primeira vista. Foi aí que eu me perdi.

E aquela conversa do início, que deveria ser rápida, meia hora talvez, se perdurou. Por horas, dias, semanas. Parecia que poderíamos conversar por anos. Ele falava e eu me encantava. Suas mãos me impressionavam e seus olhos me intimidavam. Eu não conseguia partir. Só queria ouvi-lo, ouvi-lo, tê-lo por perto, milhões de anos mais.

Mas um dia eu percebi que nunca o teria. E, resignada, decidi esperar. Esperar até que a queimadura do sol passasse. Até que a dor sumisse. Até morrer de vontade de vestir o biquíni e correr para a praia novamente. Prometo que dessa vez fico na sombra, ponho chapéu, óculos e protetor solar 50. A não ser, é claro, que o mar esteja insuportavelmente convidativo.
Batido por Lu às 3:57 PM


Sunday, May 18, 2008


Agora está na hora de olhar para o lado.
;)
Batido por Lu às 1:54 PM


Thursday, May 15, 2008

Estar apaixonada é a melhor das sensações. Eu não estou. Não agora. Mas já estive. Algumas poucas vezes. Mas grandes paixões.

A primeira foi aos 17 anos. Paixão adolescente. Era o menino mais lindo da faculdade, tinha o nome de um dos Três Mosqueteiros e eu passei dois anos só olhando para ele - achando que tal criatura jamais olharia para mim. Um dia olhou. Eu já estava com 19 anos, mas continuava a me abobalhar com aquela beleza toda. Não morávamos no mesmo bairro, não fazíamos o mesmo curso, não tínhamos amigos em comum. Mas aconteceu de, um belo dia, ele me notar. E a partir daí foi tudo muito rápido. Nos conhecemos e ele me ligou - e eu tive O Dia Feliz. Numa sexta-feira à noite, num show de Jota Quest, em frente à praia, ficamos juntos. E o mundo girava em câmera lenta enquanto ele me beijava. O melhor de tudo: eu não estava sonhando. Depois disso ainda nos falamos algumas vezes. Mas aí vieram as férias... E eu conheci a minha segunda paixão.

Paixão que na verdade não foi (só) paixão. Foi muito mais. Foi um treco grande, diferente. Tanto que até hoje me pergunto se não teria sido o tal amor. (Mas agora isso pouco importa...) Ele era de Recife e 300 km nos separavam. O sentimento foi crescendo via Telemar, internet e em esporádicas viagens - ele pra cá, eu pra lá. Entre idas e vindas, foi-se um ano e meio. Tempo gasto com dezenas de declarações de amor sem nunca sequer termos dito essa palavra. Declarações silenciosas onde as atitudes falam muito mais alto que qualquer frase dita num impulso. Um dia ele precisou se mudar. São Paulo. E a distância, que já era um empecilho, se tornou uma impossibilidade. Mas os sentimentos puros ficaram e existem até hoje. A paixão se foi, mas ficou um sentimento muito maior - aquele que mistura amizade, carinho, admiração, confiança, querer bem. Desse moço, guardo algumas das minhas mais doces lembranças. Amor não é mais que isso, né...?

A terceira paixão foi importante. Marcou época. Eu errei muito e aprendi com os erros. Ele foi o primeiro a ser apresentado para o meu pai, o primeiro a me levar para acampar, o primeiro com quem eu viajei sozinha. Ele foi o primeiro que me disse EU TE AMO - em um lindo final de tarde de verão, em cima de uma falésia, na minha praia preferida. O primeiro. Ele foi o homem em que eu mais confiei na vida - eu via pureza naqueles olhos castanhos. Sinceridade e confiança eram a base da nossa relação. E nessa época eu tive plena certeza de que era realmente amada. Éramos parecidos, tínhamos almas irmãs, personalidades semelhantes. Tudo ficava mais fácil. Mas um dia acabou. E o fim causou algum estrago, por algum tempo. Mas agora tudo está refeito e, hoje, posso dizer que tenho um amigo muito, muito querido.

A quarta paixão foi a mais trágica. E também atendia pelo nome de imensidão. Imensidão de sentimento. O alvo era um grande mentiroso e a história terminou de um jeito feio. Com grosserias, indelicadezas, traição. E uma dor duas vezes maior que a tal imensidão. Agora, já não dói mais. Passou. Mas dessa paixão, restou muito aprendizado. E algumas belas histórias que um dia já me fizeram chorar – mas hoje só me fazem sorrir. A mim e às minhas amigas que acompanharam em todas as fases da via crucis que foi esse namoro.

E entre uma paixão e outras existiram as paixonites que, da forma como deve ser, também cumpriram seu papel na minha vida. Teve o skatista que me fez trocar meu guarda-roupa todo porque me achava patricinha, teve o pagodeiro que ouvia Jorge Vercilo e me achava intelectual (no pior sentido da palavra), teve o que quis casar e o que só queria... Er... Você sabem.

Aí depois de um tempo de calmaria grande, teve a quinta paixão. Que ganhou o nome de definitiva – embora hoje eu já não saiba mais se o adjetivo ainda cabe aqui. Mas no começo foi. A paixão virou amor e esse sim, um amor avassalador. Sublime. Imenso. Maior que eu, maior que ele, maior que o mundo. E eu, que sempre me neguei a pra sempre’s, estava certa de que aquela história só teria fim com a morte de um dos protagonistas. Eu quis casar, ter filhos, ficar velhinha junto com ele. Eu amei e segui meu coração. Ele também me amou. Mas, depois de um tempo, sucumbiu. E o que era mágico, se tornou comum. O que era pra sempre, virou finito. Transitório. Igual. As coisas mudam e o discurso de alguns homens retrocedem. É fato.
Eu cumpri o acordo, ele não. Mas o tempo mostra que se a gente segue o coração lá na frente tudo se explica. Até hoje acho que não merecíamos o fim que tivemos. Não merecíamos o fim. E tivemos. Mas se assim foi, é porque assim tinha que ser. E eu sigo sorrindo. Com a certeza de que a gente sempre colhe o que planta. Hoje amanhã ou daqui a dez anos.

Batido por Lu às 6:13 AM


Thursday, May 08, 2008

MÚSICA QUE...

Me faz dançar: Qualquer uma do 50 Cent e samba de raiz.
Me deixa pra cima: I Will Survive, com o Cake.
Me faz lembrar de um amigo(a): Qualquer uma do Manu Chao.
Me faz lembrar de um amor: Enquanto Ela Não Chegar (Barão Vermelho) e Os Cegos do Castelo (Nando Reis)
Me entristece: Nenhuma.
Me alegra: Futuros Amantes, Chico Buarque.
É muito sexy: Caçada, com a Bebel Gilberto.
Me faz sair da deprê: Pieces Of My Heart, Janis Joplin
Me faz pensar como o amor é: Eu Te Amo, Tom Jobim e Chico Buarque.
Me faz ter vontade de pular de pará-quedas ou dirigir em alta velocidade: My Favourite Game, Cardigans
Me faz pensar: Heaven Knows I'm a Miserable Now, The Smiths
Diz muito sobre mim: Por Você, Barão Vermelho.
Eu escreveria: Light My Fire (The Doors), Chickfactor (Belle&Sebastian).
Tocaria no meu casamento: Muitas! She (Elvis Costello), Último Romance (Los Hermanos), No Recreio (Cássia Eller), Os Cegos do Castelo (Nando Reis), Can't Take my Eyes Off You (Laurin Hill), só para citar algumas...
Faz meus amigos lembrarem de mim: Oasis e Los Hermanos (eu acho!).
Gostava, mas agora nem tanto: Lenny Kravitz e Linkin' Park.
Não admito que gosto: Algumas do Backstreet Boys.
Me faz lembrar minha infância: Todas as da Xuxa.
Parece com a minha adolescência: Axé Music, Forró e o Acústico do Nirvana.
Muitas pessoas gostam, mas eu não: Djavan (blergh!).
É melhor quando tocada no carro: Girl, You'll Be A Woman Soon (Urge Overkill), Dress Up In You (Belle&Sebastian).
Me acordaria de manhã cedo: Roberta Sá.
Usaria em viagens: Road Trippin', do Red Hot Chilli Peppers.
Gosto, e meus pais também: Chico Buarque, Beatles e Los Hermanos.
Tocou em um dos meus filmes favoritos: As Time Goes By, de Casablanca.
Me faz sentir boba: Kiss Me, Sixpence None The Richer.
Me faria adormecer: Those Sweet Words, Norah Jones.
Me faz sorrir: Michelle (Beatles).
Me faz ter vontade de chorar: Insensatez, do Tom Jobim e... Wish You Were Here, Pink Floyd.
Não é do meu “tipo" mas eu gosto: Doo Wop, Lauryn Hill.
Posso cantar bem: You Oughta Know, da Alanis Morissette.
Está na trilha sonora do meu romance: Chico Buarque e Los Hermanos
Está na trilha sonora da minha vida: O Acústico do Nirvana todo e U2.

Batido por Lu às 5:07 AM


Monday, May 05, 2008

Uma vez li numa dessas crônicas na net que a gente é o que a gente gosta. Então... Eu sou primavera. Às vezes inverno, às vezes verão. Estações transitórias.
Sou Londres, Rio, Recife, Natal. Sou Tarantino. Sou Travis, Marília Gabriela, U2. Não sou Jô Soares jamais! Sou Ney Leandro de Castro.
Sou uma livraria, um bistrô, um sushi bar. Sou comida italiana. Sou mãos dadas, alisado no cabelo, beijo no olho. Sou carnaval, sou Absolut, sou torta de morango. Jamais serei Xanddy, meupai! Ja-mais!
Sou meus amigos, meus livros e meus CD's - as três coisas que eu levaria para uma ilha deserta. Mas não sou ilha deserta: sou metrópole. Sou asfalto, sou shopping center.
Sou Trident melancia. Sou coca-cola normal. Sou churrasco. Sou morango, sou caqui, sou ameixa. Sou abraços, muitos abraços.
Sou revistas, sou blog, sou orkut, sou Internet. Sou noticiários, documentários. Sou cinema, cinema, cinema. Já fui muito tevê, hoje sou mais teatro. Sou olho-no-olho.
Sou azul, sou rosa. E sou muito preto também. Sou Náutico, sou América. Sou cabelo liso. Sou salto alto, sou mini-saia. Mas sou só uma coisa ou outra – porque as duas juntas não dá. Não sou piriguete. Sou Norah Jones.
Sou sutileza, sou delicadeza, sensibilidade. Sou olhar o mar, sou bossa nova. Sou o Arpoador. Sou passeio de mãos dadas. Sou avião.
Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais doce que salgado. Sou música e sou silêncio, mais pizza que banquete. Sou esmalte clarinho e esmalte vermelho. Sou maquiagem, sou sonho, sou delírio e sou também pé no chão. Sou mil possíveis em uma.
Sou FELIZ. Sou eu mesma.

Batido por Lu às 6:16 AM


Friday, May 02, 2008

Ontem, depois que eu te deixei em casa, confesso que fiquei triste como sempre.

Mas, pela primeira vez, triste por você.

Fico me perguntando que outra mulher ouviria os maiores absurdos como você, um homem de 26 anos, planejando passar o dia em uma rave interminável, cheia de gente drogada e sem assunto e, ainda assim, não deixar de olhar pra você e ver um homem maravilhoso.

Que outra mulher te veria além da sua casca?

Você não entende que eu baixei as músicas do Astrix, GMS e Infected Mushroom porque achei divertido conversar contigo ouvindo as mesmas músicas que você ouvia do outro lado da tela. Achei divertido dançar entre as panelas enquanto fazia um brigadeiro delicioso para você. Um brigadeiro que você não vai comer porque está perdendo o paladar para o que a vida tem de verdadeiro e bom. É tanta comida estragada, plastificada e sem sal, que você está perdendo o paladar para mulheres como eu.

Talvez você não saiba mais como vale a pena gostar de alguém e acordar ao lado dessa pessoa e comer pizza no domingo à noite, vendo o Fantástico na televisão e comentando as notícias malucas desse mundo de meu deus.

Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que essa felicidade artificial e inventada. Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que acordar com essa ressaca de coisas erradas e vazias. Ou sozinho e desesperado pra que algum amigo reafirme que o seu dia valerá a pena. Ou com alguma garotinha boba que vai namorar sua casca.

E eu tinha vontade de segurar seu rosto e ordenar que você fosse esperto e jamais me perdesse. Eu quis tanto que você entendesse que tínhamos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dava muitas risadas juntos. A gente admirava o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente sonhava com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente já teve a certeza de que nenhum perfume do mundo era melhor do que o cheirinho do outro – mesmo no final do dia.

A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.

Aí você me olha com essa carinha banal de “me espera só mais um pouquinho". Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta.

Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Pode até ter alguma descolada que te deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do que eu. Não tem.

Eu malho todo dia igual a essas suas amiguinhas de quem você tanto gosta, mas tenho algo que certamente você não encontra nelas: assunto. Bastante assunto.

Porque, quando você está com medo da vida, é no meu otimismo carinhoso que você encontra forças. E, quando você está rindo de tudo, é no meu realismo que encontra um pouco de chão. E, quando precisa se sentir especial e amado, é pra mim que você liga. E, nos domingos à noite, quando a tristeza chega de mansinho, você gosta de ouvir minha voz pra me sentir perto de você. E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa. Eu sei de tudo. E eu passei os últimos anos escrevendo sobre como você era especial e como eu te amava e isso e aquilo. Mas chega disso.

Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e tão somente, um cara burro. E do quanto você jamais vai encontrar uma mulher que nem eu nesses lugares em que procura.

Eu vou para a cama todo dia com dois livros e uma saudade imensa de você, ao invés de estar por aí caçando qualquer mala na rua pra te esquecer – ou para me esquecer. Porque eu me banco sozinha e eu me banco com um coração. E não me sinto fraca ou boba ou perdendo meu tempo por causa disso.

E ontem, quando eu te deixei em casa, eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim.

Tadinho.

Batido por Lu às 5:57 AM


Thursday, May 01, 2008


Eu queria deixar registrado que eu tenho por você uma admiração que eu não sei bem de onde vem. É um gostar muito precioso, que envolve objetivamente o querer bem. Sempre. Mesmo daqui há dez anos, mesmo antes de ontem, todos os dias, eu quero o seu bem. E quero que todos os seus dias sejam lindos. Dias sem tempestades, sem terremotos, sem sustos. Daquela loucura toda que a gente viveu, vão ficar as boas risadas, a afinidade, a descoberta da pessoa mais linda, mais inteligente, do sorriso silencioso tão acolhedor, o abraço aconchegante e o tal do querer bem. Que existe e existirá.


Batido por Lu às 2:28 PM



Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa.



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