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Thursday, February 28, 2008

Aí vou eu. Em busca de tranqüilidade (?) e bons dias. Hehehe.

Batido por Lu às 1:53 PM



Do Exercício das Pequenas Coisas...

Enquanto o mês não acaba e eu sigo para o aeroporto, cultivo imagens, saudades e cheiros. Lembranças e expectativas. Por aqui, tudo anda correndo da maneira que deveria correr. Ou não. Um mês é tempo suficiente para que muita coisa aconteça. Ou des-aconteça. E ontem quando eu entrei no carro, engatei a primeira e dei um tchauzinho tímido, eu quis morrer. Porque as coisas são como têm que ser, mas mesmo assim dói saber disso. E a gente segue. Enfrentando um dragão por dia e dormindo com a consciência de que fez o que tinha de ser feito. Mesmo que isso implique em mortes diárias de ferozes dragões. Mortes são triste, mas dragões também não trazem felicidade.
Eu ando escrevendo besteiras ultimamente, tenho acumulado trabalhos, responsabilidades e não consigo mais fazer poesia. Acreditem, minha veia poética está cansada e não consegue mais criar delicadezas e posts existenciais. E como tudo tem dois lados... Ainda bem, porque essa coisa de existencialismo é pretérito mais-que-perfeito e eu estou vivendo uma fase presente do indicativo. Aqui, agora. O futuro a Deus pretence. E eu tô pagando pra ver.
Batido por Lu às 4:50 AM


Wednesday, February 27, 2008

Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha parte. Faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Às vezes desejo mal. Sou humana. Sou quaaaase normal. Não ligo se gostarem de mim em partes, mas desejo que me aceitem por inteiro. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou meio louca até. E insensata às vezes – só depende da circunstância. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem gente. São eles que nos fazem acordar e querer continuar. Em busca de ser alguém melhor. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo na luta. Mesmo no meio desse caos que anda o mundo.

Batido por Lu às 1:28 PM


Tuesday, February 26, 2008

Da série DIÁLOGOS, parte 3:

- Esse final de semana eu tomei quase uma garrafa inteira de whisky por sua casa, sabe?
- Minha causa?
- Sim!
- ???
- Agora a parte que você vai gostar: eu ODEIO whisky!!

Batido por Lu às 6:16 PM



E então eu descobri que você por perto, por mais longe que esteja, me faz, veja que tolice, excessivamente bem.
Porque eu durmo mais feliz e acordo mais feliz.
Eu tenho medo. Mas não quero me lembrar disso agora.
Muito prazer.
Meu nome é Felicidade!
Batido por Lu às 4:58 AM


Monday, February 25, 2008

Batido por Lu às 8:14 AM



Porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como sempre ou nunca. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas, das coisas. Já não tentamos suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns sim - nós, não! Contidamente continuamos. E substituimos expressões fatais como 'não resistirei' por outras mais mansas como 'sei que vai passar'. Esse é o nosso jeito de continuar. O mais eficiente e também o mais cômodo. Porque não implica em decisões, apenas em paciência.

Caio Fernando Abreu.
Batido por Lu às 6:01 AM


Sunday, February 24, 2008

Da série DIÁLOGOS, parte 2.

- Luuuuuuu! E essa franja de Ivete Sangalo!?
- Não tem nenhuma franja de Ivete aqui não!
- Táaa. Então, essa franja de Aline Morais?
- Hahahaha. Também não tem Aline nenhuma aqui não!
- ???
- É a franja da Reese Whiterspoon!!!
- Eeeeeeeeeeeska!!

Hahahahaha.
Batido por Lu às 6:41 AM


Friday, February 22, 2008

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou...

Batido por Lu às 4:01 PM


Thursday, February 21, 2008

Pensei em rasgar seus cartões
suas juras em guardanapos
sua foto naquela festa
mas não consegui.

Pensei em ligar
e falar o quanto me dói a sua ausência
e lembrar dos projetos que tínhamos
e perguntar onde nos perdemos
mas não o fiz.

Pensei em dizer que ainda te queria por perto
pra provar o brigadeiro que eu aprendi a fazer
pra elogiar meu gosto literário
pra me dar a certeza de que ainda era possível
mas a voz rateou.

Pensei em questionar as mágoas
as ofensas
as tristezas todas
mas nenhuma razão tinha ali vez.

De tudo isso, o que ficou foi esse gosto amargo na boca e uma vida inteira para lamentar.
Não merecíamos o fim que tivemos.
Não merecíamos o fim.
E tivemos.



Fev08.
Batido por Lu às 4:42 AM


Tuesday, February 19, 2008

Da série DIÁLOGOS:

- Bom dia, minha Lu!
- Bom diaaaaa!
- Dormiu bem?
- Siiiiiiim. E vc? Sonhou comigo?
- ...
- Nããããããooo? Ai, então mente pelo menos!
Hahahahaha.
- Sonhei sim. Mas não dormindo.
Batido por Lu às 6:19 PM



(...)
Mas o universo hoje se expandiu
E aqui de dentro a porta se abriu.

Batido por Lu às 10:25 AM


Sunday, February 17, 2008

"Justo quando a lagarta achou que o mundo tivesse acabado,
ela virou uma borboleta."
Antoine de Saint-Exupèry

Hoje é domingo e dentro de mim existe urgência. Fatos novos me obrigaram a mexer em muita coisa aqui dentro e a palavra MUDANÇA tocou sem parar nos últimos dias. E pra ir me acostumando com as novidades, hoje fiz algo que nunca faço. Arrumei o armário. Tarefa fácil, mas que sempre delego à minha mãe - porque ela sim, sabe organizar tudo do jeito que eu gosto. Mas hoje foi diferente. Eu quis fazer. E lá fui eu rever fotos, papéis, reler antigas agendas. Jogar muita coisa fora. Passei o dia vendo o passado passar por mim – em livros, cheiros, diários, letras de música, naquele vestido que nunca mais usei. Você disse que eu estava linda naquela noite. Hoje não importa mais. É preciso encaixotar também o coração. Separar as roupas. Os livros. Os cd’s. Ouvir minha mãe dizer que nunca viu ninguém ter tanta maquiagem (e tanto livro e tantas sandálias). Porque você ainda vai querer tudo isso? Não sei. Mas estou feliz. Surpreendentemente FELIZ. Nessas horas quero mais é lembrar do velho e bom ditado: vivendo e aprendendo. E eu estou. Aprendendo a não ter medo de mudar. E só hoje eu percebi isso claramente. O quanto tenho aprendido. Hoje joguei alguns sentimentos fora. Sombras. Batons. Sandálias. Aquele gosto que não queria mais sair da minha boca. Dei quase metade das minhas minissaias, meia dúzia de blusas. Rasguei aquele pedaço de papel que ainda estava na minha carteira. Deixei o outro. Aonde eu fui parar? Exatamente dentro de mim. Descobri que tenho alguns defeitos terríveis. Algumas qualidades felizes. E que superei vários medos antigos. Mas hoje, enquanto arrumava o armário, me ocorreu que, na verdade, o único medo que me resta é o medo que tenho de mim. Do meu coração que me engole, da minha razão que me desobedece. Dessa mania exagerada que tenho de amar. Amanhã vai ser só festa. Muitas novidades, outros planos, outros caminhos. Minha nova estrada de tijolos amarelos – que sigo na esperança de chegar a algum bom lugar um dia. Que deus esteja comigo. Uma semana linda pra vocês.
Batido por Lu às 2:54 PM



m O n O b L o C o

Porque ontem eu fui a mistura exata. Metade lucidez, metade embriaguez.

Bellinha, Deh, Carlitxa e Mix; Lu, eu e mana.
Batido por Lu às 11:26 AM


Wednesday, February 13, 2008

MENSAGEM DE TEXTO

Adoro seu coque descuidado enrolado numa simples bic.
As canetas do mundo que foram ao lixo sem a honra de prender suas madeixas tiveram, sem dúvida, uma existência vazia e infeliz.


Batido por Lu às 4:35 PM


Thursday, February 07, 2008

E ontem foi um daqueles dias que podem ser classificados como SURPREENDENTES.
Me tranquei no quarto para dar pulinhos de alegria e fui dormir gargalhando - como há muito não fazia.
O comichão da felicidade me atacou.

Notícias boas: alimento para uma alma com fome.

Então, crianças, um brinde ao inesperado!
E às diversas formas de seguir em frente!

Batido por Lu às 7:19 AM


Wednesday, February 06, 2008

Todo
carnaval
tem
seu
fim.


Mas como eu sou uma pessoa otimista, eu prefiro ver assim:

Todo ano tem carnaval!
Batido por Lu às 3:59 AM



Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa.



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