http://www.makepovertyhistory.org
Thursday, May 28, 2009

Brigas e pazes depois, as borboletas ainda fazem uma festa no meu estômago sempre que você se aproxima. E mesmo que você não se declare nem abra a porta do carro para mim, mesmo que você continue falando palavrões na minha frente, foi você, sem dúvida, a minha melhor surpresa de maio. Porque seu jeito brabo, de quem faz cara de mal para não ter que mostrar o lado mais sensível, foi responsável por esse super-encantamento que tomou conta da minha alma-coração. E a razão deixou de existir. Sumiu na fumaça dos dias alegres. Mesmo que sejam muitos os dias confusos. E, por mais estranho que possa parecer, agora mesmo eu descobri que você é a minha contradição preferida. Minha interrogação que não quer (?) virar ponto final. Porque é bom assim. Porque eu estou Fe.liz assim. E dessa vez eu não tenho pressa. Porque se eu tiver, ela me engole, junto com os bons dias que ainda virão. E eu preferi viver.
Batido por Lu às 5:56 PM


Monday, May 25, 2009

Da série, Lucidez e Sanidade.

Gente, eu juro que eu não sei o que é isso! Eu ju-ro! A minha vida tá uma bagunça e cada dia aumenta mais. Nunca mais almoço no domingo no shopping – tá decidido!!
E a semana já começou bem. Logo cedo com reunião de trabalho. Só precisei dar ‘bom dia’ para o meu chefe perguntar o que estava havendo. “Você não parece muito bem”. Humpf! Ele não sabe nada da minha vida, ele não sabe nada que está acontecendo, ele não faz o tipo sensível. Então porque diabos EU fui inventar de ser tão transparente, hein? Só porque eu não to rindo como todos os dias, só porque hoje é um daqueles dias que só o coração bate... Vem um senhor que não sabe nada de nada me dizer que eu não to com uma cara boa! Que vá para a China ele e a sua cara boa porque eu to cansada.
Eu tive um domingo lindo, eu passeei de mãos dadas, eu ganhei beijinhos e abracinhos e carinhos sem ter fim, eu assisti o jogo do Botafogo abraçada com ELE – e quase mudei de time pela milionésima vez. E a noite terminou com uma chuva torrencial caindo e a gente comendo McDonalds dentro do carro. Poético, né. Até a frase. A frase final. De fim de filme. Ou de começo. Eu vou usá-la no meu livro. Mas sinceramente eu não sei que diabo de livro idiota vai ser esse porque toda vez eu começo sendo a menina Má e no final viro o mesmo Ricardito de sempre. Eu to cansada.
E hoje a minha tarde foi um inferno. Cheguei atrasada, a gasolina subiu e eu troquei a senha do cartão de débito. Eu perdi a fome. E não tive coragem de olhar para ele. Meu coração disparou quando eu abri a porta. E toda a redação disse que eu estava linda. Mas eu não estava nem aí para a redação. Eu só estava aí para ELE. Mas ELE não está nem aí para nada. E no final do dia, a coisa que eu mais queria era descobrir que foi tudo um sonho e que ele tá muito afim de fazer todas as concessões e que ele tá muito afim de mudar e que ele super vai fazer isso. Tipo logo, tipo já. Porque ELE quer e não porque EU quero. Mas seria mentira. E eu tô cansada de inventar mil mentiras para os dias parecerem melhores. Eu tô cansada.
E ele diz que a frase não tem nada a ver com a gente. Que eu posso ir contra a frase. Que as pessoas podem pagar para ver. Mas eu não sei se eu quero pagar para ver o que eu já sei que eu vou ver lá na frente. Ele é doido e está me levando junto. Ele é contraditório e me deixa confusa. Ele gosta de mim e eu gosto dele. Mas tem tudo para dar errado. E a gente já sabe disso. Por isso que hoje eu tive vontade enorme de gritar bem alto “Morraaaaaaaaaaaaaaa!!!!” e jogar o telefone na parede. Porque ele mexe com instintos que eu nem sabia que existiam e estavam bem adormecidos aqui dentro. E eu to cansada.
Eu perco a fome, eu perco as palavras, eu perco a concentração. E passo horas para terminar um trabalho que em sã consciência eu levaria cinco minutos. Porque eu estava ali mas a minha cabeça estava longe, muito longe. Ou ali do lado. Não sei. Sofri. E sofro todas as vezes que escuto uma maldita música de forró que não sai da minha cabeça. E toda vida que eu escuto eu tenho mais certeza que eu me lasquei moooointo!!
Porque hoje é segunda-feira e eu já acordei cansada.
Preciso de férias. De tudo.
É fato.
Batido por Lu às 9:17 PM


Sunday, May 24, 2009



"Qualquer pessoa em sã consciência pula fora!"
Eu vou (?) pular.
Batido por Lu às 4:55 PM


Tuesday, May 19, 2009

Não, meu bem, não adianta bancar o distante
lá vem o amor nos dilacerar de novo...
Caio Fernando Abreu.



Eu me lasquei.
Eu me lasquei redondo, bó-ni-to. Tipo goleiro que engole frango em final de campeonato. Tipo gordo que sai rolando escadaria abaixo. Tipo aluno que é pego colando na prova de matemática. Me-las-quei.
Porque essa era a coisa que eu menos queria na vida – e com quem eu menos queria – mas ontem eu voltei para casa ainda com o sol alto e, enquanto eu dirigia, eu só conseguia sorrir. E pensar nELE. Sorrir e pensar nELE. Sorrir e pensar em como eu estava feliz. Em como eu estava Fe.liz. Porque o fim de semana foi uma perfeição e eu descobri o ombro mais macio que pode existir. Porque eu descobri que as coisas podem sim ser diferentes. E decidi que seriam mesmo. Mas deu medo. Porque na sexta à noite eu tomei um porre e ELE cuidou de mim. E há tanto, tanto tempo que eu não deixava ninguém cuidar de mim daquele jeito, que deu muito, muito medo. Mas depois a gente foi passear, a gente foi no cinema, a gente passou o domingo juntos. E nessa hora eu percebi que já estava tudo perdido mesmo. Me lasquei bó-ni-to. E eu já nem sei há quanto tempo eu não me sentia assim. Muito, muito tempo. As borboletas estavam dormindo e deu um medo enorme quando elas acordaram para fazer uma festa no meu estômago. Porque é muito fácil mandar seguir o coração, é muito fácil dizer para alguém ter calma e ser emocional. É muito simples mandar a razão às favas quando não se está no olho do furacão. E eu estou. Mas essas últimas histórias confusas todas me fizeram ver mesmo é que se eu não me cuidar, no final da brincadeira, quem vai acabar tendo que guardar os brinquedos todos sozinha sou eu. Então dessa vez eu quero fazer diferente. Tem tudo para dar errado, mas ELE é diferente então vamos mudar também, né. Revolucionar, alterar, modificar. Mudança. Novidades. Eu estou perdida, mas não posso deixar de sorrir. Eu estou com medo, mas eu tenho que continuar. Só que, mesmo sabendo disso tudo, hoje eu não acordei sorrindo como de costume. E não tô com vontade de brincar com todo mundo. E não quero fazer piada de toda coisa engraçada que cruza o meu caminho. Eu acabei de desligar o meu telefone porque toda manhã ELE me manda mensagens fofas e depois me liga para mandar um beijo, para dizer que eu sou linda ou só para ouvir a minha voz. Todas as manhãs nós nos falamos. Mas hoje eu não quero esperar ELE me ligar. Hoje eu não quero esperar as mensagens dELE. Hoje eu não quero que ELE sonhe o que anda fazendo comigo. Eu não quero que ELE desconfie da possibilidade de que eu já perdi, de que já estou entregue. Que fui eu a quebrar a imunidade. Não tem mais segurança, não tem mais brincadeira. Tá tudo muito claro agora e eu estou perdida. No olho do furacão. E aquele outro, que um dia eu pensei em namorar, agora quer namorar. E eu não quero mais e vivo fugindo dele. Porque eu não estou mais nem aí para qualquer outro que não seja ELE. Porque eu não estou nem aí que no sábado vai ter uma festa com os bonitos mais bonitos da cidade. Eu não tô nem aí que fulano, fulano ou fulano me liguem para saber o que eu vou fazer no fim de semana. Porque desde o último fim de semana, eu quero passar com ELE todos os outros que ainda virão. Eu me lasquei bó-ni-to mesmo. E agora só me resta fugir. Porque essa é sempre a hora que eu erro. Que eu meto os pés pelas mãos, que eu fico amorosamente boba e começo a pensar em comprar todos os presentes do mundo para ELE. Mas eu não posso. E não devo. Então eu vou ser simples. E ser simples é fugir. E de repente me ocorre que fugir tem sido uma frequência na minha vida. Desligar o telefone para não dar bandeira. Desconversar. Mudar de assunto. Para ELE nunca perceber. Quero fugir do que eu posso vir a sentir por ELE - ou do que eu já estou sentindo. Porque eu o encontrei quando eu não quis mais procurar nenhum amor. E antes de um mês eu já nem sei... E ELE sempre me abraça na fila e cada vez que ELE faz isso eu gosto mais. Porque na verdade não é que eu gosto do abraço na fila do cinema. Eu gosto do abraço dELE na fila do cinema. ELE é um bruto, mas ELE é um bruto que fala coisas lindas. Ou melhor, escreve. E o meu celular está lotado de mensagens fofas. Porque ELE escreve - gente, ELE es-cre-ve! ELE é jornalista. ELE trabalha comigo. E eu odeio isso. Mas eu adoro isso também. Porque a gente se entende. Porque a gente fica cinco horas conversando e não vê o tempo passar. Porque ELE tem mil coisas que eu adoro, mas outras três mil que eu detesto. Mas tem horas que eu só consigo ver as mil que eu adoro. E então eu to feliz. Sim, eu to Fe.liz. Mas eu também to sofrendo. Porque eu to Fe.liz. Mas eu também to com medo. Porque eu gosto dELE. De verdade. E estou perdida. E com vontade de chorar. Porque eu não queria. Mas eu me lasquei. Bó-ni-to.
Batido por Lu às 7:27 PM


Monday, May 18, 2009

Batido por Lu às 7:42 PM


Sunday, May 17, 2009

Eu tinha dois caminhos.
Um de árvores e sombras.
Outro no sol forte.
Escolhi o segundo.


Tem tudo para dar errado. Mas eu gosto dele.
Eu gosto daquele jeito brabo de todo dia. E gosto mais ainda daquele jeito doce de quase nunca. Mas no fundo eu gosto mesmo é do jeito dele. Ponto final. Pacote completo.

Há dois dias ele me mandou uma mensagem dizendo que eu estava linda e que alguém lá em cima deve gostar muito dele. Eu sorri. E depois achei que era truke. Devia ser mesmo. Mas todo mundo diz que não é. Todo mundo diz que ele gosta de mim. E eu gosto dele. Só que dessa vez eu queria fazer diferente. Porque eu sei que tem tudo para dar errado. Então eu quero manter minha cabeça bem inteirinha. Nada de saltos mortais em piscinas sem água.

Ontem ele me pediu em casamento – e eu não aguento mais ninguém me pedindo em casamento. Mas eu aceitei. E disse que só queria se fosse agora. E ele disse que não. Que podia demorar uns cinco meses. E eu mudei de assunto. Porque tem tudo para dar errado. E se eu casasse... Iria dar. Mas eu gosto quando ele me abraça na fila do cinema. Eu gosto quando, no meio da noite, enquanto eu me encontro com as minhas amigas, ele manda uma mensagem pedindo para eu ligar quando chegar em casa – porque comigo na rua, dirigindo e chovendo... Ele não consegue dormir em paz.

Ele é protetor, ele é machista, ele é estressado. Não gosta dos meus vestidos curtos e nunca quer dividir a conta. Ele fuma. E é ateu. Tem tudo para dar errado. E eu sei disso. Mas continuo aqui. Continuo sorrindo quando eu vejo aquele nome piscando no meu celular e quando, toda tarde, sobe aquela plaquinha dizendo que ele está conectado. E a gente se fala toda manhã, toda tarde, toda noite. E de madrugada, se eu tiver um pesadelo, é para ele que eu devo ligar. Mas mesmo assim a gente não combina. A gente briga. A gente se desentende quase sempre.

Sábado a gente foi ver Star Trek e depois teve sessão discussão. Eu reclamo, ele reclama. É diferença demais para conciliar e ele disse que somos cão e gato. Tom e Jerry. E eu fiquei sem fala. Porque é verdade. E ele completou dizendo que mesmo assim, sem o Tom, o Jerry teria uma vida infeliz e sem graça. Eu sorri. E ele me beijou. Como num filme. Que tem tudo para dar errado. Mas mesmo assim eu sou romântica. Mesmo ele sendo ABC e eu América. Mesmo ele dizendo que toda patricinha adora um vagabundo. Mesmo ele tendo a mesma profissão que eu. Eu sou romântica. E isso sempre me ferra.

Porque a gente sabe da existência um do outro há anos, mas mesmo assim nunca tínhamos nos encontrado. E desde quando isso aconteceu, ele é a pessoa com quem eu mais converso. E ao longo do dia são tantas coisas que eu queria falar e contar para ele que eu acabo fantasiando que ele vai entender tudo melhor que todo mundo. Mas ele não vai. Porque ele pensa diferente, porque ele sente diferente, ele age diferente. E são diferenças são tão inconciliáveis que eu fico feliz e triste. Feliz porque eu não estou apaixonada por ele, afinal tem tudo para dar errado, e triste porque, no fundo, a gente sempre quer que dê certo.

Dia desses nós descobrimos que em comum mesmo a gente só tem o Los Hermanos. E é só aí, quando a gente fala da música deles ou quando ele me beija é que a gente faz de conta que abismos não existem.




Está tudo bem, está tudo certo, está tudo ótimo.
E eu ando bem feliz.
Fe.liz.
Batido por Lu às 4:48 PM


Sunday, May 10, 2009

Sabem movimento de rotação?
A Terra gira, gira, gira... Mas sempre volta para o mesmo lugar.
Essa é a sensação que eu tenho as vezes.
De que estou girando em torno do meu próprio eixo.
E volto sempre para o ponto de partida.


Batido por Lu às 3:01 PM


Friday, May 01, 2009


A vida não é um conto de fadas.


Ontem ele me chamou de lesa. No nosso primeiro encontro ele me chamou de chata. E ainda há pouco me deu uma bronca por causa de uma questão profissional. Fiquei sem fala.

Estive com ele até às 4h da madrugada e hoje de manhã ele me acordou com uma mensagem no celular. Perguntei se ele já tinha acordado pensando em mim. E recebi a resposta mais fofa do ano.

Ontem ele me disse que conta os dias desde quando ficamos pela primeira vez. E sabe quantas vezes foram também. Achei lindo. Achei fofo. Mas logo depois mudamos de assunto e ele falou um super palavrão sem nenhum pudor. E outro e outro e outro. Doeu no meu ouvido não acostumado. Ele não tá nem aí se eu não uso palavras chulas no meu vocabulário. Ele usa.

Ele é o primeiro garoto que, no começo de tudo, não me leva nos meus restaurantes preferidos. Ele não me leva no bar da moda, nem na boate nova que tá bombando. Ele me chama para ir num show de reggae e para comer cachorro quente no domingo a noite. E – por mais incrível que parece aos que me conhecem – eu vou. E ganho mil sorrisos. Porque ele me diverte. Eormemente.

A gente briga, a gente discute, a gente discorda quase sempre. Ele reclama das minhas saias curtas e diz que eu tenho que acabar com as minhas frescuras. Eu o chamo de chato. Ele diz que eu tenho que botar moral nos meus primos pequenos e que eu sou muito besta para rir. Ele gosta de branco, eu gosto de preto. Ele é ABC e eu sou América. Ele é tão estressado que eu não tenho espaço para ser carinhosa.

Mas mesmo com tudo diferente, há alguma coisa que faz com que nos demos bem – independente de gostos, de lugares e pessoas. Porque eu adoro o perfume que ele usa e o jeito que ele coloca a mão na minha cintura. Eu adoro as mensagens em horas impróprias. Eu adoro o quanto ele me faz rir.

E depois desses dias de loucurinhas, de repente, me ocorreu que das duas uma: ou eu vou me apaixonar [moooointo!!] por ele ou eu nunca mais vou querer vê-lo na minha frente. Indiferente não dá para ser.

E aí eu escrevi uma mensagem de texto – eu não sei se eu te adoro ou se eu te odeio – que jamais será enviada, claro. Fica lá na pasta dos rascunhos para ele não ficar convencido. Porque, obviamente, ele ia achar que eu devo mesmo é adorá-lo. Eu não acho nada. Porque eu juro que eu não sei se o odeio ou se o adoro. E é melhor deixar quieto porque eu tenho medo de descobrir.

E tudo isso porque ele é o primeiro cara que entra na minha vida e não me vê como uma princesa. E é muito mais fácil porque assim, ele também não tenta ser o que ele não é: um príncipe.
Batido por Lu às 3:41 PM



Agora eu sou uma pessoa moderna!
Eu também tenho twitter.
Hahahahahaha.


www.twitter.com/lucampos
Batido por Lu às 12:40 PM



Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa.



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