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Se tem uma coisa da qual eu me orgulho é do quão SELETIVA eu sou. Sim, eu estou falando de amores. Eu nunca fui de me doar para qualquer um. Do primeiro olhar até eu chamar o moço de namorado, meu bem, aí vai uma looooonga distância. Não, não é charminho não. É porque (ele) tem que mostrar que eu posso sim chamá-lo de NAMORADO sem, um dia, tempos depois do fim, eu não me sentir envergonhada. Para mim, NAMORAR vai muito além de beijar na boca e ir ao cinema nos domingos. Envolve pele, cheiro, carinho. Tem que ter confiança e querer estar junto. Tem a ver com saber que se tem com quem contar.
Batido por Lu às
11:51 AM
E sou mesmo grata a esse meu cuidado na escolha dos namorados. Feliz em ser assim. Jamais me meti com ‘cafas’ e sei que todos os meus poucos ex têm boas recordações de mim e eu deles – bom... talvez haja uma exceção, mas isso já é assunto para um outro post. O fato é que são todos admiráveis. Cada um a seu modo, cada um do seu jeito. Eu os admiro. Ruim é quando não sobre nem admiração. E os ex se tornam inimigos implacáveis – seu ou do seu atual. Ex inconformada é o que há de pior. E eu bem sei do que estou falando porque meu belo namorado tem uma assim. E quem sofre com isso? A mocinha aqui. E tem dia que é um saco, sabem? Tem dia que dói, que é tosco, que você quer fazer alguma coisa, mas não sabe o que – porque para algumas pessoas infernizar a vida de quem está quieto anda é o passatempo preferido. Mas o lema é o mesmo que eu usava nas primeiras investidas há quase um ano e meio. INDIFERENÇA. Total, plena, contínua. Porque eu sou maior que tudo isso. Mainha me disse que eu sou uma lady e eu acreditei. E então eu vou seguindo. Deixando os ouvidos surdos aos gritos desesperados de uma perdedora. |
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Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa. |
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