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Friday, June 13, 2008

Este mês eu decidi mudar.
Meu nome é PRESSA e meu sobrenome é TRABALHO.
Tem um outro nome no meio, mas esse eu não posso revelar que é INSENSATEZ não.
Meus dias estão mais curtos e os trabalhos se proliferam. Eu não sonho mais - porque as noites de sono sereno são tão raras que eu já nem sei mais quando foi a última.

Hoje prenderam o filho da governadora aqui do Estado e a redação está em polvorosa. Quase não sobra tempo para respirar.
Mas em dias assim é que, por mais cansada que eu esteja, eu agradeço a deus estar trabalhando com algo que me arrebata. Ah como deve ser ruim ter que fazer todos os dias alguma coisa que você não gosta. (Graças a deus eu fiz a escolha certa!)

E ainda há pouco, com um telefone em cada ouvido e com uma penca de coisa para fazer... Eu percebi que estou feliz. É. Bem feliz! E que estou no caminho certo.

Boa mesmo é essa sensação, sabem... De que se está no caminho certo. Minha própria estrada de tijolos amarelos.
Claro que ainda tenho muito o que melhorar - como qualquer pessoa esperta, sei que o importante mesmo é estar disposta a aprender um pouquinho a cada dia - mas me rodeia uma sensação de que a médio prazo eu vou conseguir sim, ser a pessoa que eu sempre quis ser. E o que eu quero é simples - e talvez por isso mesmo muito mais complexo. A simplicidade é uma equação para poucos.

Agora mesmo me ocorreu que há alguns anos eu costumava dizer que felicidade para mim seria continuar trabalhando com jornalismo, ter um grande amor pra chamar de meu e ficar com ele para sempre, ser mamãe, ter uma casa com jardim e cachorros, poder pagar minhas contas e viajar nas férias.
Os anos passaram e eu percebi que não quero muito mais que isso não.
Batido por Lu às 10:58 AM



Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa.



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