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Ad infinitum.
Batido por Lu às
9:13 AM
Ontem eu tive uma vontade enorme de te abraçar. E abracei. Depois de tanto tempo longe, talvez só agora a gente entenda o quanto é valioso poder fazer isso. Um abraço. Não esse mero contato artificial que se dá quando se encontra, por acaso, algum amigo. Foi um abraço como o que o pai dá ao filho pródigo quando ele retorna ao lar. Eu senti cheiro de saudade. Uma vez me disseram que tudo dá certo,mas que se ainda não deu certo é porque não chegou ao fim. Mais uma dessas coisas que as pessoas dizem quando alguém fica triste e talvez não tenham nada melhor pra falar. Só acho que tem dois erros aí: primeiro é que nem tudo dá certo. E o segundo é por que pensar que só vai dar certo quando tiver que acabar? Se alguém me falar isso hoje, eu vou contar pra essa pessoa sobre nós dois e mostrar pra ela que não é no fim que as coisas dão certo. Porque quando elas dão certo é apenas o começo. E até que dar certo é uma coisa muito relativa. Veja só nós dois. A gente já passou, e ainda vai passar, por tanta coisa… Eu sei que nem tudo são flores – e ultimamente tem sido mais outono do que primavera –, mas por causa disso mesmo eu aprendi a dar valor ao que é verdadeiro. O que a gente tem é muito diferente do que se vê por ai. Não tem nada de óbvio, não tem nada de plástico, nem de descartável. É sincero, é puro, é nosso. Às vezes eu fico observando esses casais que dizem eu te amo depois de uma semana de namoro, como se essa frase quando dita fosse mesmo sentida. Lembro da primeira vez que eu disse que te amava. Amor não tem nada a ver com tempo. Eterno não é que não tem fim, é o que é importante em todos os tempos da nossa vida. É o que é mais valioso pela intensidade do que pelos dias corridos. Amor não se conta, amor se sente. Se um dia vai ser pra sempre, se o ‘pra sempre’ realmente existe, eu não sei. O que eu sei é que tudo que eu aprendi nessa vida sobre amor, tempo, fim, começo, paixão, certo, errado, eu-te-amo e infinito… eu aprendi com VOCÊ! Obrigada. |
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Gosto de gente, de abraço, música e riso solto. Também de silêncio e de sensibilidade. Gosto de prosa, de poesia. De madrugada e de dias ensolarados. Fotografo olhares. E tudo o que vejo guardo em álbuns, reais ou imaginários. Amo profundamente. E sem as amarras da mesquinharia. Como queria Clarice (a Lispector), não sou do tipo que passa "a vida inteira lendo o grosso dicionário a fim de, por acaso, descobrir a palavra salvadora". Quero vinda de surpresa. Porque o que há de mais belo sempre vem urgente. Ou vem manso, não sei. (...) Sou do tipo que também não sabe muita coisa. |
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